quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A àrvore♥

Um dia andando distraída, pensando nas pequenas coisas da vida (penso sempre e muito), uma árvore com enorme e maravilhosa sombra avistei, sentei e por longos minutos lá fiquei. Vidas se cruzam assim, do nada, do tudo, das semelhanças, das buscas e afinidades. Com poucas palavras nasce uma história um sentimento. A árvore dá frutos e distribui o aroma agradável das suas flores. Mudam-se os caminhos, as atitudes, e os encontros naquela árvore de sombra tão prazerosa passam a não existir. Esgotam-se as palavras, mudam-se os sentimentos, mas fica o que de real foi construído e vivido... O AMOR.

10 comentários:

Sun Iou Miou disse...

A vida é assim: um tecer e destecer de caminhos e encontros, desencontros. Mas há mais árvores, um ipê amarelo para ti nalgures.

Beijinho

ONG ALERTA disse...

Verdade cada um faz sua história, cada um tem seu caminho a percorrer, basta sentir o coração, paz.

мเรร נ๏ลиล disse...

clap clap clap.... palminhas!!!!! gostei =)


beiJOANA

mfc disse...

Olhando para trás lembramo-nos sempre daquilo que foi importante.

Sun Iou Miou disse...

Oi, Euzita, um texto do José Luís Peixoto, presente meu de Natal para ti :)

http://quintasdeleitura.blogspot.com/2009/12/natal.html

Beijo

Sun Iou Miou disse...

Parabéns, Nina!!! Beijinhos e continuação de boas festas. :)

mfc disse...

Que tenhas um grande grande 2010 com tudo que desejas!
Toma um beijinho.

Sun Iou Miou disse...

Beijinhos para o 2010, Nina! :)

Nuno Medon disse...

olá! um bom 2010 para ti e uma boa semana! beijos

OnLiSteVeN disse...

... regresso, à sombra desta árvore imensa que me protegeu do sol quente, naquele dia. volto ao silêncio daquela tarde, onde nem o vento se fazia sentir, percebendo na pele a calma daquele calor. hoje deixo repousar o corpo cansado das travessias de desertos, abraços de solidão em que os meus braços me envolvem. estou só, com a minha própria alma. um monólogo de palavras caladas, consentidas neste olhar triste que espera apenas que mais um dia passe. hoje lendo as páginas gastas, acaneladas, como a pele do teu corpo, seguro os dedos, enrosco as mãos uma na outra, como se proferisse uma prece qualquer. adormeço na esperança de uma tua vinda, o regresso de ti, não sei, limito-me a ficar, aqui. a minha noite cai, trazendo com ela a magia. encontra-me aqui, abandonado sobre o chão agreste, sabendo que ainda sobrevivo ao vazio, percebendo que resisti aos elementos, ao desgaste de um tempo, que teima em arrastar-me consigo. estou frágil, como pétala perdida da flor desta árvore, caído sobre a terra agreste, esperando por palavras, sentidos e sentimentos...